O Mundo Autista

Sophia Mendonça fala sobre Nem Tudo é o que Parece e o tabu da maternidade atípica

A escritora e influenciadora Sophia Mendonça (Metamorfoses) fala sobre o livro Nem Tudo é o que Parece e o tabu da maternidade atípica.

Nem Tudo é o que Parece e o tabu da maternidade atípica

Nem Tudo é o que Parece e o tabu da maternidade atípica

A escritora e pesquisadora Sophia Mendonça (Metamorfoses) deu entrevista para o site Coletivamente. Com isso, falou sobre o novo livro dela em parceria com Selma Sueli Silva (Camaleônicos), Nem Tudo é o que Parece e o tabu da maternidade atípica Este é um romance de terror psicológico que mostra uma visão não romantizada sobre a maternidade. Assim, Sophia revelou que a intenção da obra é evidenciar, sem julgamentos nem censuras, a complexidade das relações entre mães e filhos atípicos.

Nem Tudo é o que Parece e o tabu da maternidade atípica

Além disso, Nem Tudo é o que Parece promete mostrar como esse relacionamento pode trazer nuances que muitas vezes são deixadas de lado na observação das pessoas. Porém, elas podem modificar todo o comportamento e comunicação de alguém.

“A meu ver, o terror psicológico da obra está nas personagens masculinas que passam pela vida de Antonella [a protagonista] sempre com uma sugestão de violência e nos modos como esta parece se materializar nas interações com o filho Ben. Aliás, a própria noção de maternidade pareceu um prato cheio tanto para evidenciar medos quanto possibilidades de esperança”, observou Sophia Mendonça.

Livro Nem Tudo é o que Parece, de Selma Sueli Silva & Sophia Mendonça

Ainda segundo a autora, o livro busca divertir e emocionar. Mas, também, tocar no “tabu dos tabus” sobre mães e filhos. “Sempre achei que as melhores obras de terror são ao mesmo tempo divertidas e metafóricas em relação aos medos reais que afligem as pessoas. Então, pensamos que este é o melhor caminho para abordarmos o lado obscuro da relação entre mães e filhos. Mesmo porque temos algumas reflexões engasgadas sobre maternidade atípica que queríamos trazer à tona de maneira leve e contundente”, ponderou Sophia.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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