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Cultura que inclui… e transforma.

Nesse sábado passado, dia 21 de maio, o Restaurante Sabor de Minas, da Tânia, na MG 10, KM 54, recebeu o Show Tribos, do cantor e compositor Vicente Muzinga. Assim, as apresentações de Carlos Afro & CIA – com a dançarina Marcela Firmino, e dos músicos Muzinga, Adilson Gandra, Roberto Mendonça, Marcinho e José Nilson foram momentos de imersão na cultura afro e seus valores. Aliás, é a cultura que inclui e transforma.

Vicente Muzinga canta Tribos

Muzinga deu uma ‘palinha’ para público de 100 pessoas

O repertório escolhido foram os maiores sucessos de “Tribos”, álbum de Vicente Muzinga, disponível nas principais plataformas. Além disso, em meio ao samba, rock, reggae, tango, baladas e performances instrumentais, a apresentação da dança afro, com Carlinhos e Marcela, encantou os presentes.

Entre os presentes, a presidente do Grupo Ramatis, Drª. Zélia Savala Rezende Brandão

Kizomba e a cultura de Angola

A palavra Kizomba significa “festa” em kimbundu, uma das línguas mais faladas no país. Desse modo, a festa se inspira na semba, considerada a dança tradicional do país. Por exemplo, dança-se em casal, bem junto, mas com um ritmo mais lento. Então, é menos agitada e mais sensual que a semba. Aliás, o “semba” significa

“umbigo” em Kimbundu. Assim, é uma dança de roda em que o dançarino dá uma umbigada em um dos participantes, convidando-o a dançar.

Portanto, a influência africana no Brasil aparece em uma série de traços culturais. Por exemplo, no idioma, na comida, na música, nas manifestações religiosas e no próprio jeito de se comportar do brasileiro. Desse modo, é como dizia Gilberto Freyre, “até no jeito de andar dos brancos, você encontra um pouco de África.”

Cultura que inclui… e transforma

Todas as pessoas tem o potencial da iluminação dentro de si. O restante são características peculiares de cada pessoa. Precisamos de vários olhares, portanto. A partir desse olhar para a diversidade é que devemos agir na inclusão.

Vamos espalhar novas impressões, novas percepções. Para isso, começamos com nós mesmos. Sobretudo, por meio da pesquisa, das informações, do conhecimento e de um respeito genuíno ao outro, com todas as características que o compõem. Depois de nossa transformação interna, essa nova realidade que abraça toda a riqueza da diversidade estará pronta para fluir.

Texto de Selma Sueli Silva

Mundo Autista

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