"Uma Mulher Sem Filtro" é uma crônica divertida e facilmente relacionável sobre os desafios da mulher moderna. Leia as críticas
“Uma Mulher Sem Filtro” é uma crônica divertida e facilmente relacionável sobre os desafios da mulher moderna. A protagonista, vivida por Fabiula Nascimento, está em uma busca constante por agradar a todos, sem receber qualquer reconhecimento por seus esforços. Isso afeta todas as áreas de sua vida, do trabalho ao amor, passando por relações com amigos, família e até desconhecidos.
O filme diverte ao retratar, através da caricatura, os desafios cotidianos que levam muitas mulheres à camuflagem social, problemas de saúde e sentimentos reprimidos. Embora não seja particularmente engraçado, inovador ou profundo, ele transmite bem a mensagem de que é preciso se priorizar e fazer as pazes com o feminino para evitar o colapso. O problema é que o longa peca pela superficialidade ao recriar situações, o que pode enfraquecer os diálogos com o público masculino.
No mais, o filme explora diversas facetas do machismo: desde o marido sensível e artístico que revela tendências narcisistas e abusivas, até o “esquerdomacho” hipócrita com seu senso de superioridade moral, que objetifica as mulheres. Vemos isso também no filho/enteado que, mesmo adulto, ainda é infantilizado pelo pai. Ao mesmo tempo em que celebra as diferentes manifestações do poder feminino — como no contraste entre as personagens de Fabiula Nascimento e Débora Queiroz —, o filme também alerta para as armadilhas da rivalidade e da falta de empatia entre as próprias mulheres.
Sophia Mendonça é jornalista, professora universitária e escritora. Além disso, é mestre em Comunicação, Territorialidades e Vulnerabilidades (UFMG) e doutoranda em Literatura, Cultura e Tradução (UFPel). Idealizadora da mentoria “Conexão Raiz”. Ela também ministrou aulas de “Tópicos em Produção de Texto: Crítica de Cinema “na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), junto ao professor Nísio Teixeira. Além disso, Sophia dá aulas de “Literatura Brasileira Contemporânea “na Universidade Federal de Pelotas (UfPel), com ênfase em neurodiversidade e questões de gênero.
Atualmente, Sophia é youtuber do canal “Mundo Autista”, crítica de cinema no “Portal UAI” e repórter da “Revista Autismo“. Aliás, ela atua como criadora de conteúdo desde 2009, quan do estreou como crítica de cinema, colaborando com o site Cineplayers!. Também, é formada nos cursos “Teoria, Linguagem e Crítica Cinematográfica
” (2020) e “A Arte do FIlme” (2018), do professor Pablo Villaça. Além disso, é autora de livros-reportagens como “Neurodivergentes” (2019), “Ikeda” (2020) e “Metamorfoses” (2023). Na ficção, escreveu obras como “Danielle, asperger” (2016) e “A Influenciadora e o Crítico” (2025).Este filme me divertiu imensamente. Ele retrata de forma cômica e caricatural a opressão diária vivida pela mulher, especialmente a exaustiva jornada dupla de cuidar da casa e do trabalho. Embora exagerada, essa representação da pressão social reflete uma verdade inegável. O roteiro fica particularmente engraçado ao introduzir um símbolo caricato do sagrado feminino, a deusa Shana, como um mecanismo para a protagonista se redescobrir e se impor. A presença dela, aliada às atuações maravilhosas do elenco feminino, torna o filme hilário, divertido e, ao mesmo tempo, muito real.
Selma Sueli Silva é criadora de conteúdo e empreendedora no projeto multimídia Mundo Autista D&I, escritora e radialista. Mestranda em Literatura pela UFPel, é também especialista em Comunicação e Gestão Empresarial (IEC/MG). Além disso, ela atua como editora no site O Mundo Autista (Portal UAI) e é articulista na Revista Autismo (Canal Autismo). Ela também é radialista, tendo trabalhado por 15 anos como produtora e debatedora do programa Rádio Vivo, na Itatiaia. E é autora de livros como “Minha vida de trás pra Frente” (2017), “Camaleônicos” (2019) e “Autismo no Feminino” (2022).
Em 2019, Selma recebeu o prêmio de Boas Práticas do programa da União Europeia Erasmus+. Além dele, ganhou Prêmio Microinfluenciadores Digitais 2023, na categoria PcD. E é membro da UNESCOSOST movimento de sustentabilidade Criativa, desde 2022. Como crítica de cinema, é formada no curso “A Arte do Filme”, do professor Pablo VIllaça. Também é mentora em “Comunicação e Diálogo” para comunicação eficaz e um diálogo construtivo nos Relacionamentos Interpessoais, Sociais, Familiares, Profissionais e Estudantis.
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Péssimo filme. Enredo ruim, atriz péssima, recomendo não perder tempo com esse filme.