Arte e entretenimento

Crítica: Princesa Adormecida (2024)

Princesa Adormecida é um filme doce e envolvente, que mostra como é possível fazer um bom conto de fadas em 2024. Baseado no livro de Paula Pimenta, o longa-metragem mantém a aura mágica dos contos de fadas antigos. Ao mesmo tempo, moderniza a ambientação e os personagens.

Sinopse do filme Princesa Adormecida

O longa-metragem é dirigido por Claudio Boeckel. Trata-se, assim da segunda adaptação dos livros Princesas Modernas, de Paula Pimenta (Cinderela Pop). A trama segue Rosa (Pietra Quintela), uma adolescente, que sonha em ter a sua liberdade e independência. No entanto, essa conquista fica sendo apenas um sonho, uma vez que seus três tios que a criaram como uma filha, Florindo (Aramis Trindade), Fausto (Claudio Mendes) e Petrônio (René Stern), superprotegem a menina a todo custo. Ou seja, não permitem que ela viva as experiências que a adolescência traz.

Então, quando Rosa completa 15 anos, ela descobre que é princesa de um país distante. Por isso, a vida dela pode estar em perigo. Assim, um mistério do passado volta à tona e uma vilã vingativa coloca sua vida em perigo.

Resenha do filme Princesa Adormecida

Com essa premissa, a obra apresenta uma princesa mais consciente, sem perder a ingenuidade e a meiguice características à protagonista. Essa atmosfera se favorece pela interpretação carismática de Pietra Quintela.Além disso, há um tom de risco e perigo que torna a narrativa mais densa e interessant. O mistério, embora possa parecer previsível para espectadores mais experientes, tem potencial para confundir os mais jovens. Vale destacar também a interpretação de Ju Colombo, que traz um tom de ameaça, mas cômico, à madre superiora.

Confira minha página de críticas e avaliações no Letterboxd, onde compartilho meu diário de filmes!

Avaliação

Avaliação: 3.5 de 5.

Sophia Mendonça é jornalista, professora universitária e escritora. Além disso, é mestre em Comunicação, Territorialidades e Vulnerabilidades (UFMG) e doutoranda em Literatura, Cultura e Tradução (UfPel). Ela também ministrou aulas de “Tópicos em Produção de Texto: Crítica de Cinema “na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), junto ao professor Nísio Teixeira. Além disso, Sophia dá aulas de “Literatura Brasileira Contemporânea “na Universidade Federal de Pelotas (UfPel), com ênfase em neurodiversidade e questões de gênero.

Atualmente, Sophia é youtuber do canal “Mundo Autista”, crítica de cinema no “Portal UAI” e repórter da “Revista Autismo“. Aliás, ela atua como criadora de conteúdo desde 2009, quando estreou como crítica de cinema, colaborando com o site Cineplayers!. Também, é formada nos cursos “Teoria, Linguagem e Crítica Cinematográfica” (2020) e “A Arte do FIlme” (2018), do professor Pablo Villaça.

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