Zac Efron e Dwayne Johnson vivem alguns dos piores momentos de suas carreiras em Baywatch - S.O.S. Malibu. Leia a crítica.
“Baywacth: S.O.S. Malibu” é uma adaptação do programa homônimo, que fez bastante sucesso nos anos 90. Aliás, segundo o Livro Guinness de Recordes Mundiais, “Baywatch” é o seriado de TV mais assistido de todos os tempos, com mais de 1,1 bilhão de telespectadores em 142 países no ano de 1996. Porém, a versão cinematográfica não tem o mesmo charme do material original.
Assim, na trama deste filme, Mitch Buchannon é o responsável pela equipe Baywatch de habilidosos salva-vidas que não deixam nada de errado acontecer na ensolarada Emerald Bay. Logo, eles estão contratando novos integrantes e um concurso será realizado para isso. Porém, o administrador de segurança exige que um deles seja Matt Brody, um campeão olímpico com a carreira perdida.
Com isso, um dos grandes problemas do filme é não funcionar nem como comédia nem como policial. Afinal, ele demonstra ter a pretensão de se enquadrar aos dois gêneros. Porém, as piadas são óbvias e sem graça. Além disso, o cineasta Seth Gordon não consegue extrair nem charme nem sensualidade de uma história que dependia de elementos como esses para funcionar. Assim, nem a trilha sonora, que mescla músicas contemporâneas com temas que remontam aos policiais dos anos 90, consegue ser assertiva ou funcional.
Além disso, tanto Zac Efron quanto Dwayne Johnson vivem alguns dos piores momentos de suas carreiras neste longa-metragem. Afinal, a química entre os dois é nula. Essa característica é fundamental para o sucesso ou fracasso da obra por causa do alto tempo que eles passam juntos em tela. Ademais, os coadjuvantes estão ainda piores. Por exemplo, Jon Bass protagoniza vários dos momentos mais constrangedores da projeção. Para piorar, nem as participações especiais de Pamela Anderson e David Hassellhoff, astros da série original, são bem aproveitadas.
Sophia Mendonça é uma youtuber, podcaster, escritora e pesquisadora brasileira. Em 2016, tornou-se a pessoa mais jovem a receber o Grande Colar do Mérito em Belo Horizonte. Em 2019, ganhou o prêmio de Boas Práticas do programa da União Européia Erasmus+.
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