Arte e entretenimento

Crítica: Animal (2014)

Animal é uma boa pedida para quem procura um filme de terror que sirva como passatempo para um final de semana. Mas é necessário cuidado para não avaliar o filme como mais do que é. Afinal, ele não passa de uma grande bobagem. Porém, apreciado no devido espírito, e considerando que um horror sobre uma criatura que persegue e se alimenta de humanos em uma floresta dificilmente teria grandes ambições, o filme funciona.

Animal é um filme de terror inverossímil mas envolvente

Assim, Animal conta a história de um grupo de amigos muito unidos. Porém, eles se encontram presos em um território desconhecido e perseguidos por um predador sedento por sangue. Escondidos em uma cabana isolada, as tensões começam a ficar pesadas quando segredos se revelam. Então, com a contagem de corpos aumentando, o grupo decide colocar suas diferenças de lado e lutar pela sobrevivência.

Com essa premissa, Animal diverte porque o diretor Bret Simmons conseguiu reunir nessa obra muita força e tensão que envolvem o espectador num clima assustador. Dessa forma, o filme prende a atenção do início ao fim. E nem os efeitos especiais medianos são problemáticos. Isso porque eles se revelam competentes para uma produção sem grande orçamento.

Filme tem nomes conhecidos no elenco

Porém, o que incomoda são as situações inverossímeis e previsíveis. Ainda assim, a estratégia de forçar a barra para manter o ritmo da história em alta funciona. Afinal, os cerca de 80 minutos de duração passam voando. Além disso, não se trata de um filme que proporcionará grandes atuações. Então, o elenco com alguns nomes famosos, como Keke Palmer e Elizabeth Gillies, não apresenta nenhum destaque. Mas, de qualquer forma, cumpre bem seu papel.

Avaliação

Avaliação: 2.5 de 5.

Autora da Crítica

Sophia Mendonça é uma youtuber, podcaster, escritora e pesquisadora brasileira. É mestre em Comunicação, Territorialidades e Vulnerabilidades (UFMG). Em 2016, tornou-se a pessoa mais jovem a receber o Grande Colar do Mérito em Belo Horizonte. Em 2019, ganhou o prêmio de Boas Práticas do programa da União Européia Erasmus+.

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