Arte e entretenimento

Crítica: A Nova Cinderela – Era Uma Vez uma Canção (2011)

Poucas celebridades da geração de Lucy Hale são tão completas quanto ela. Isso porque ela vem mostrando uma enormidade de talentos. Então, com a carreira de atriz em alta desde o sucesso de Pretty Little Liars, onde pode explorar seu alcance dramático de interpretação, ela também lançou uma carreira musical. Por isso, A Nova Cinderela: Era Uma Vez Uma Canção é um filme talhado para explorar os principais atributos de Lucy Hale.

A Nova Cinderela – Era Uma Vez Uma Canção tem Lucy Hale como protagonista

A jovem Katie (Lucy Hale) é explorada e maltratada pela madrasta (Missi Pyle). Porém, ela não reclama disso por temer ficar sem lar. Além disso, Katie é uma cantora e compositora talentosa. Porém, el quase perde uma grande oportunidade por conta dos caprichos da irmã, Bev Van Ravensway (Megan Park). Então, revoltada, ela decide finalmente correr atrás de seu sonho. Com isso, deixa de lado as complicadas questões familiares.

Esta é a terceira versão repaginada para a atualidade do clássico conto de fadas. Assim, o filme tem em Lucy Hale a principal qualidade. Isso porque ela tem carisma, presença e aproveita a parte musical do filme para mostrar a própria versatilidade. Além disso, o longa-metragem é todo povoado por personagens bem-humorados.

Filme é reinvenção bem-humorada do conto de fadas

Também, a obra tem um elenco de bons comediantes, como Missi Pyle e Matthew Lintz, ambos especialmente à vontade no papel da madrasta e do filho pestinha. Este é o diferencial desta para as outras versões. Isso porque ao contrário do que geralmente acontece, a comédia eclipsa o drama, ainda que não o exclua. No mais, o toque musical e a homenagem a Bollywood são outro ponto de originalidade da direção de Damon Santostefano, de Best Player, que se especializou em filmes leves e familiares.

Avaliação

Avaliação: 2.5 de 5.

Autora da Crítica

Sophia Mendonça é uma youtuber, podcaster, escritora e pesquisadora brasileira. É mestre em Comunicação, Territorialidades e Vulnerabilidades (UFMG). Em 2016, tornou-se a pessoa mais jovem a receber o Grande Colar do Mérito em Belo Horizonte. Em 2019, ganhou o prêmio de Boas Práticas do programa da União Européia Erasmus+.

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