Dia dos Namorados e o “caos adorável” do romance A Influenciadora e o Crítico. Hoje é o Dia dos Namorados. Como o nosso feed do Instagram provavelmente está sendo inundado por fotos de casais, jantares à luz de velas e declarações, eu quero falar com vocês sobre o amor. Aquele amor que é um pouco desajeitado, que envolve discordâncias sobre filmes, e que começa com uma rivalidade que faz faíscas voarem.
Sabe aquele momento em que você está no sofá, de pijama, e a vida parece um pouco sem sal, até que você pega um livro da Sophie Kinsella e o mundo se torna um lugar melhor? Foi exatamente dessa energia que nasceu o meu livro, A Influenciadora e o Crítico. Afinal, eu precisava escrever sobre uma paixão que nascesse do puro caos virtual e literário.
Portanto, aqui estão os motivos pelos quais esta é a minha comédia romântica para o 12 de junho:
1. O verdadeiro Enemies to Lovers (com um toque de “Cringe & Preconceito”) no romance A Influenciadora e o Crítico
Nada constrói uma tensão romântica melhor do que dois mundos colidindo. De um lado, temos a minha protagonista Lucy Martins. Ela é uma influenciadora que não costuma terminar um parágrafo sem emojis e que tem a Becky Bloom como parte essencial da sua personalidade. Do outro lado, Miguel Krueger. Este é um crítico literário ranzinza que cita Foucault no café da manhã e usa calças escuras com aquele olhar que escaneia o mundo procurando erros gramaticais.
Aliás, confesso que me diverti muito criando essa dinâmica que a Lucy brilhantemente apelidou de “Cringe & Preconceito”. Então, acompanhar as farpas trocadas entre uma defensora da cultura pop e um intelectual que despreza listas de leitura do TikTok foi puro entretenimento.
2. O romance A Influenciadora e o Crítico: A defesa apaixonada das Comédias Românticas
Se você já foi julgada por amar rom-coms, este livro é o meu abraço quentinho para você. Isso porque a história é uma verdadeira carta de amor ao gênero. Dessa forma, fiz questão de incluir uma maratona cinematográfica na história. É a prova de que até mesmo o coração mais cínico pode se render à emoção desarmada de Drew Barrymore em Nunca Fui Beijada. Histórias sobre personagens imperfeitas que usam salto alto no mercado, além disso, nos ensinam muito e merecem todo o nosso respeito.
3. Porque o amor real é “Pizza Fria e Flash Exagerado”
O amor que Lucy e Miguel descobrem não é um conto de fadas isento de falhas. Eles sobrevivem a ex-namorados inconvenientes que usam a palavra “gratidão” como pontuação de áudios no meio da madrugada, a carros atolados em tempestades cinematográficas e a jantares de gala cheios de fotógrafos sedentos por fofoca. A lição deles é que “o amor, quando é real, é isso: pizza fria, flash exagerado e um certo caos com final feliz”.
Pronta para o seu Plot Twist?
Como a própria Lucy diz, “às vezes, as histórias mais leves são as que nos salvam”. Neste 12 de junho, portanto, não importa se você está acompanhada ou não. Prepare um chá, acomode-se debaixo do cobertor e permita-se mergulhar nessa dancinha de argumentos.
A Influenciadora e o Crítico está disponível. Então, venha comemorar comigo o direito de ser feliz, autêntica e, claro, um pouquinho dramática!
Audiobook gratuito do romance A Influenciadora e o Crítico

Autora
Sophia Mendonça é jornalista e escritora. Além disso, é mestre em Comunicação, Territorialidades e Vulnerabilidades (UFMG) e doutoranda em Literatura, Cultura e Tradução (UFPel). Ela também ministrou aulas de “Tópicos em Produção de Texto: Crítica de Cinema “na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), junto ao professor Nísio Teixeira. Além disso, Sophia dá aulas de “Literatura Brasileira Contemporânea “na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), com ênfase em neurodiversidade e questões de gênero.
Atualmente, Sophia é youtuber do canal “Mundo Autista”, crítica de cinema no “Portal UAI” e repórter da “Revista Autismo“. Aliás, ela atua como criadora de conteúdo desde 2009, quando estreou como crítica de cinema, colaborando com o site Cineplayers!. Também, é formada nos cursos “Teoria, Linguagem e Crítica Cinematográfica” (2020) e “A Arte do FIlme” (2018), do professor Pablo Villaça. Além disso, é autora de livros-reportagens como “Neurodivergentes” (2019), “Ikeda” (2020) e “Metamorfoses” (2023). Na ficção, escreveu obras como “Danielle, asperger” (2016) e “A Influenciadora e o Crítico” (2025).
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
