Crítica | No Pique de Nova York: O Nonsense Divertido das Gêmeas Olsen - O Mundo Autista
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Crítica | No Pique de Nova York: O Nonsense Divertido das Gêmeas Olsen

Descubra por que No Pique de Nova York, com as gêmeas Olsen, é uma comédia nonsense divertidíssima e sem pretensões.

Descubra por que No Pique de Nova York, com as gêmeas Olsen, é uma comédia nonsense divertidíssima e sem pretensões.

Descubra por que No Pique de Nova York, com as gêmeas Olsen, é uma comédia nonsense divertidíssima e sem pretensões.

No Pique de Nova York é aquele tipo de filme que abraça o nonsense com um despudor tão grande que, olhem só, acaba se revelando uma diversão das mais genuínas. Esta comédia, afinal, não tem a menor vergonha de ser exatamente o que é: uma produção absolutamente despretensiosa.

O Charme do Absurdo: No Pique de Nova York é Uma Comédia Sem Vergonha de Ser Despretensiosa

E grande parte desse mérito, é preciso dizer, recai sobre o carisma — que é, de fato, inegável — de Ashley e Mary-Kate Olsen. Isso porque as duas apostam em composições diametralmente opostas e constroem um contraste que funciona que é uma maravilha para ancorar as situações mais absurdas da narrativa.

E aí nós temos a adição de Eugene Levy. Ele interpreta um ‘inspetor de vadiagem’. Sim, você ouviu bem. Ele está, como de costume, formidável. E entrega aquele tipo de performance comicamente exasperada que só ele consegue fazer sem resvalar no ridículo.

Ritmo Frenético e Muito Rock’n’Rol em No Pique de Nova York

Para coroar, aliás, o filme tem a decência de não perder o fôlego. A direção impõe um ritmo ágil, frenético, muito bem amarrado por uma trilha sonora recheada de rock que não deixa a peteca cair um segundo sequer. É absurdo? É. Mas o resultado final, meus amigos, é redondinho.

Avaliação

★★★★
Sophia Mendonça

Autora

Sophia Mendonça é jornalista e escritora. Além disso, é mestre em Comunicação, Territorialidades e Vulnerabilidades (UFMG) e doutoranda em Literatura, Cultura e Tradução (UFPel). Ela também ministrou aulas de “Tópicos em Produção de Texto: Crítica de Cinema “na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), junto ao professor Nísio Teixeira. Além disso, Sophia dá aulas de “Literatura Brasileira Contemporânea “na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), com ênfase em neurodiversidade e questões de gênero.

Atualmente, Sophia é youtuber do canal “Mundo Autista”, crítica de cinema no “Portal UAI” e repórter da “Revista Autismo“. Aliás, ela atua como criadora de conteúdo desde 2009, quando estreou como crítica de cinema, colaborando com o site Cineplayers!. Também, é formada nos cursos “Teoria, Linguagem e Crítica Cinematográfica” (2020) e “A Arte do FIlme” (2018), do professor Pablo Villaça. Além disso, é autora de livros-reportagens como “Neurodivergentes” (2019), “Ikeda” (2020) e “Metamorfoses” (2023). Na ficção, escreveu obras como “Danielle, asperger” (2016) e “A Influenciadora e o Crítico” (2025).

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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